
A noite que chega num dos dias maiores do ano. Algo de mágico têm estes dias únicos do ano!
Um dos caminhos antigos entre o Alentejo e o Algarve - a nacional 2.
Hoje, esta estrada, é um caminho histórico, sem trânsito e muito bonito!
É só uma leve sensação porque a velocidade do relógio não abranda...
Contra todas as depressões e outras coisas negativas, ela chegou!
A força da natureza é única!
O principal aspecto por detrás deste comportamento prende-se com a manutenção de um balanço estreito entre oferta e procura. De acordo com o FMI, em 2008 a procura aumentará 1.8 milhões de barris diários, enquanto que a produção dos países da OPEP deverá estabilizar e a dos países não pertencentes ao cartel aumentará entre 0.8-1 milhões de barris, compensando apenas parcialmente o aumento da procura. A verificação deste cenário, reforçará as preocupações quanto a eventuais notícias que apontem para possíveis cortes na produção petrolífera provocando movimentos altistas sobre a cotação do crude.
As preocupações quanto à evolução da oferta poderão manter-se um factor importante na formação deste preço, tendo em conta o desfasamento entre o período em que são efectuados investimentos no sector e o período em que esses investimentos começam a ser produtivos. O FMI estima que este desfasamento poderá atingir os três anos, e que se alargou nos últimos anos.
Para além disso, também o aumento dos custos de investimento poderão ser um factor a favorecer a estabilização do preço do petróleo em níveis elevados. Segundo aquele organismo, no período entre 2004 e 2007, o investimento no sector petrolífero aumentou, em termos nominais, cerca de 70%. No entanto, em termos reais o comportamento foi diverso. Os motivos por detrás deste facto prendem-se com a escassez de equipamentos e de mão-de-obra qualificada.
Finalmente, o facto de muitos dos países produtores viverem condições políticas conturbadas, tenderá a limitar a apetência das grandes empresas petrolíferas em incrementarem os seus investimentos nessas regiões, funcionado como mais um constrangimento ao aumento da oferta.
Para além destes factores, que, tudo indica, manter-se-ão activos no médio prazo, existem outros que estiveram e, que nos meses mais próximos continuarão a estar, por detrás da formação deste preço. Destes destaca-se a forte depreciação da moeda norte-americana. A desvalorização do dólar torna esta matéria-prima mais barata quando transaccionado noutras moedas, implicando um aumento da procura, enquanto que do lado da oferta se assiste ao aumento do preço de modo a limitar a redução dos lucros, dado que as receitas dos países produtores são denominadas em dólares. De acordo com o FMI, a desvalorização do dólar em 1% está associada a aumentos do preço do petróleo superiores a 1% nos doze meses seguintes, (passados quatro meses o preço do petróleo sobe 0.98%, passados 12 meses aumenta 1.13%, 24 meses depois aumenta 1.27% e 60 meses depois aumenta 1.43%).
Ainda assim, o FMI estima que, em termos médios, o preço do petróleo se situe nos 95 dólares por barril em 2008 e 2009, o que implicaria que, em termos médios, nos próximos 8 meses, caísse para cerca de 92 dólares por barril. Cenário este que nos parece plausível apenas no caso de as economia emergentes virem a sofrer as consequências do arrefecimento dos EUA. Neste caso, as previsões do FMI para a procura de petróleo poderão revelar-se optimistas, pois reflectem essencialmente aumentos por parte dos países asiáticos e do médio oriente, aumentando a oferta líquida global e reduzindo as pressões sobre o crude.
Finalmente, até que ponto a permanência deste preço nos níveis actuais poderá ter um impacto negativo sobre o crescimento económico? Nos últimos anos, a escalada do petróleo revelou ter menos impacto sobre o crescimento do que o registado em crises anteriores. Certamente, o forte aumento da procura por parte de países emergentes e o facto de algumas destas economias subsidiarem este produto, mantendo o preço final inferior ao custo real, permitiu que a procura se mantivesse robusta. Paralelamente, em países desenvolvidos, como é o caso dos pertencentes à UEM, o facto do movimento de subida de preço do crude ter sido acompanhado pela apreciação do euro, terá também limitado os efeitos associados ao aumento deste preço. Com efeito, quando cotado em euros, o petróleo aumentou 47% em 2007 e 11% nos primeiros quatro meses de 2008, enquanto que em dólares os aumentos foram de 65% e 19%, respectivamente. Mas o facto de em termos reais, o custo do crude não ter ultrapassado os níveis máximos atingidos em crises petrolíferas anteriores, tem sido apontado como um motivo importante por detrás da minimização da recente escalada deste preço no crescimento. Todavia, actualmente esta situação alterou-se, verificando-se que nos primeiros meses de 2008, o preço médio do crude ultrapassou os máximos observados anteriores, abrindo novamente a questão quanto a um possível impacto negativo deste preço no crescimento da economia mundial. Até agora, em termos médios, a cotação do Brent é de 99,4 dólares por barril, superior ao máximo anterior de 95 dólares atingido em 1980 (petróleo avaliado a preços constantes de 2007)."Britain’s first hydrogen fuel station will open tomorrow in the first stage of a technology revolution offering drivers the prospect of pollution-free motoring.
Another three hydrogen stations are planned for London and there will be at least twelve stations countrywide by 2010, paving the way for the commercial production of cars powered by fuel cells.
For more than a decade, the car industry has seen the fuel cell as the holy grail that will help to relieve it of its dependence on oil.
A fuel cell combines hydrogen from a tank with oxygen from the air to produce electricity, which powers an electric motor. The only byproduct is water and the whole process can be totally without carbon dioxide emissions.
Manufacturers have displayed dozens of fuel-cell concept cars but have been reluctant to put them into mass production without an infrastructure to support them.
The first station will open at Birmingham University, which is conducting trials with a fleet of five fuel-cell vehicles.
Professor Kevin Kendall, head of the research team, said: “It is absolutely necessary that we have the means to refuel our fleet of hydrogen-powered cars so that we can carry out our research project into the feasibility of hydrogen in a transport context.”
Air Products, the company that installed the fuel station, is also working with Transport for London (TfL) to build fuel stations for a fleet of 70 hydrogen-powered vehicles being introduced from next year. Ian Williamson, of Air Products, said: “The Japanese are by far the most advanced in developing hydrogen-powered cars. The US car companies are trying to catch up.” Honda will offer the FCX Clarity from this summer, the first fuel-cell car to be produced commercially, to drivers in California. Mer-cedes plans to start mass-producing fuel-cell cars in 2014 and BMW has a test fleet of hydrogen combustion cars.
TfL’s vehicles will be a mixture of buses, vans, cars and motorcycles that will be used by TfL staff, the police and the fire brigade.
The five-year trial of both fuel cells and hydrogen combustion engines will cost around £22 million.
London’s first hydrogen station will open next year at a bus garage in East London.
Edmund King, the president of the AA, said: “Images of the burning Hindenburg airship could undermine confidence in carrying hydrogen tanks.”
Mr Williamson said: “Hydrogen needs to be treated with respect. It is significantly more volatile [than conventional fuel]. But the safety criteria we apply mean you end up with a very safe system.”
"M. King Hubbert is best known in the greater earth-science community for having predicted oil shortage some twenty years before it actually occurred. He is well known in hydrogeology for his contributions to the hydrodynamics of groundwater and the application of hydrodynamics to the exploration for petroleum. He derived Darcy's law from the Navier-Stokes equation and introduced the concept of force potential in his derivation. Equally importantly, he explained the role of fluid pressures in the mechanics of overthrust faulting."