sexta-feira, 4 de novembro de 2005

É já amanhã e domingo!

"O Professor António Ribeiro é, seguramente, o geólogo português mais brilhante da sua geração, com um curriculum científico e profissional de grande valor, com inestimáveis serviços prestados à Ciência e à Educação, tanto a nível nacional como europeu, mas também um cidadão interveniente na vida pública, de que é exemplo a actuação na crise académica de 1962. O seu trabalho de excelência contribuiu e continuará seguramente a contribuir para a construção desta intrincada malha de que é feita a Ciência.
Da sua profícua e frutificante actividade científica, centrada essencialmente nos domínios da Tectonofísica de continentes e oceanos, na Sismotectónica e na Modelação de processos tectónicos, resultaram mais de 300 publicações científicas da especialidade, incluindo 5 livros e 125 publicações referidas no Science Citation Index, com 1350 citações. De referir o seu último livro, lançado no mercado em 2002, intitulado “Soft Plate and Impact Tectonics” e dado à estampa pela conhecida editora europeia Springer Verlag.
Também a sua actividade pedagógica é digna de exemplo, não apenas pelo dinamismo das suas aulas e palestras, e modo como lançou a semente da investigação em muitos estudantes, como também pelo número de teses de doutoramento que orientou e co-orientou, um total de 22 desde 1989, em universidades portuguesas e estrangeiras. O Professor António Ribeiro foi ainda fundador do Laboratório de Tectonofísica e Tectónica Experimental (LATTEX) da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa e sócio fundador do Grupo de Geologia Estrutural e Tectónica (GGET) da Sociedade Geológica de Portugal.
O LATTEX associa-se a esta homenagem que o GGET / SGP em boa hora promovem e que é da mais elementar justiça."

"A homenagem decorrerá no dia 5 de Novembro no Anfiteatro de Física do Museu Nacional de História Natural da Universidade de Lisboa, a partir das 08:30 horas. (Rua da Escola Politécnica, nº 58; 1250-102 Lisboa; Metropolitano: Linha amarela, estação do Rato)

No dia seguinte, o homenageado, orientará uma saída de campo. A inscrição para participação nesta saída é obrigatória mediante email (clee@fc.ul.pt) .

Paragem 1: Ejecta da Praia da Vitória.

Paragem 2: Tsunamito da Nazaré (Cenomaniano-Turoniano).

Paragem 3*: Deformação da anisotropia sedimentar no Pliocénico da Praia da Vitória.

* Em alternativa à Paragem 1 no caso de má exposição do afloramento."

Ver pormenores AQUI.



Ribeira Quente (S. Miguel, Açores)

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20 de Agosto de 2005

Lagoa do Fogo, olhando de cima (S. Miguel, Açores)

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20 de Agosto de 2005

quinta-feira, 13 de outubro de 2005

sexta-feira, 7 de outubro de 2005

As sombras duplicadas

Existem dias únicos, que ficam na nossa memória por vários motivos.
Este 3 de Outubro é um desses dias.
Um dia de Outono, de sol e com vento seco.
Subitamente, poucas horas após o Sol nascer as sombras duplicaram-se por todo lado.
Fascinante, não é?

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Lisboa, Jardim Botânico do Museu Nacional de Hsitória Natural da Universidade de Lisboa

segunda-feira, 26 de setembro de 2005

sexta-feira, 23 de setembro de 2005

Estrada do tempo
















Madrugada, manhã, tarde, noite, madrugada, manhã, tarde, noite, madrugada, manhã, tarde, noite, madrugada, manhã, tarde, noite, madrugada, manhã, tarde, noite, madrugada, manhã, tarde, noite, madrugada, manhã, tarde, noite,...

Carregar caixotes e mais caixotes, arrumar isto e aquilo, escrever e analisar dados, ler e corrigir textos, separar, identificar e contar; voltar a carregar mais caixotes, arrumar isto e aquilo,...

E os dias passam e chegou a luz bonita do equinócio.
Tenho que encontrar um longo minuto!

domingo, 4 de setembro de 2005

Espelho de água II

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Lagoa do Fogo, S. Miguel, Açores, Agosto de 2005

quarta-feira, 31 de agosto de 2005

Espelho de água

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Lagoa do Fogo, S. Miguel, Açores, Agosto de 2005

Depois do esforço da descida é sublime nadar nestas águas calmas!

domingo, 28 de agosto de 2005

A descer

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Lagoa do Fogo, S. Miguel, Açores, Agosto de 2005

A pouco e pouco somos envolvidos pelo mar verde.
O silêncio é cada vez mais absoluto.

quinta-feira, 25 de agosto de 2005

Espaço infinito

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Lagoa do Fogo, S. Miguel, Açores, Agosto de 2005

Longe do ruído urbano
Mas perto, muito perto do coração da Terra

domingo, 7 de agosto de 2005

Dias grandes de Verão

Caminhar descalço sobre o manto verde, inspirar o ar puro e recuperar o ânimo!
Coisas simples que acontecem em dias grandes.

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Sena de Luna, Província de Léon, Espanha, Agosto de 2004

sexta-feira, 5 de agosto de 2005

Rútilo

Finalmente o blog rútilo exibe fotografias do mineral rútilo (TiO2)!


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Estes grãos de areia são provenientes das arribas da Praia do Telheiro (Algarve Ocidental). Pertencem à formação denominada Arenitos de Silves (Triásico).

Dia de fumo

Ao início da noite toda a cidade começou a ser invadida por uma grande nuvem de fumo. As estrelas não brilharam na noite de Lisboa.

O Sol nasceu com cor de fogo, o ar não cheirava a esteva e a terra de xisto alentejana, mas sim a madeira queimada.

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Queluz, 5 de Agosto de 2005

De manhã cedo a cidade estava envolta numa neblina feita de madeira queimada e não do ar marítimo do Atlântico.

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Queluz, 5 de Agosto de 2005

Hoje quase não se pode respirar em Lisboa.

quinta-feira, 4 de agosto de 2005

Dia de calor

Neste dia de calor de Agosto a história repete-se: fogos e mais fogos postos por mão criminosa. Hoje estamos a viver mais um dia infernal para Portugal.
A grande velocidade vai desaparecendo o nosso património natural. Cerca de um terço do continente português está ameaçado pela desertificação: é o avanço do deserto norte africano para norte.
Não sei qual será o nosso futuro nesta planeta, mas contando com a actual velocidade de degradação dos ecossistemas é bem provável que a nossa civilização não passe do século XXI!
É espantoso ouvir os nossos jornalistas afirmarem que a causa dos incêndios é o calor! Como se a temperatura do ar fosse suficiente para causar a queima das plantas. Se assim fosse tudo arderia espontaneamente: jardins, relva, vegetação dunar, etc. Não. O calor não causa os fogos. É a mão criminosa do Homem a grande causa dos fogos em Portugal como também em muitos outros países. Os ecossistemas naturais bem equilibrados estão armados para se defenderem dos rigores climáticos. Haverá esperança?