domingo, 31 de julho de 2005

Construção

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Alta de Lisboa, 30 de Julho de 2005 (fotografia de Rodrigues)

Nortada na costa alentejana

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Sistema dunar Santo André-Monte Velho, 29 de Julho de 2005

Dunas de Santo André-Monte Velho

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Sistema dunar de Santo André-Monte Velho, 29 de Julho de 2005

Espécies adaptadas ao rigor climático destes litorais arenosos da costa alentejana.

Verão no litoral alentejano

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Praia da Galé, 29 de Julho de 2005

segunda-feira, 25 de julho de 2005

quinta-feira, 21 de julho de 2005

Fuga ao inferno das chamas

Ainda o Verão vai a meio e já temos muito país ardido. Infelizmente este fenómeno está a afectar todo o mundo, em especial os países mediterrânicos. Estamos a atravessar um período de extinção em massa das espécies vivas que habitam este frágil planeta facto que está, certamente, a influenciar negativamente a nossa qualidade de vida.

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Agosto de 2004

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Agosto de 2004

Estas imagens mostram um dos últimos santuários naturais das montanhas do mediterrâneo. Trata-se dos Pirenéus Aragoneses. É sublime respirar o ar puro destas paragens, em que o silêncio é apenas quebrado pelo som emitido pelas aves rapinas ou pela água que escorre pelas cascatas. Aqui fica esta mensagem de esperança...

quinta-feira, 7 de julho de 2005

Esta é uma semana triste para Portugal

Vai desaparecer o Ballet Gulbenkian (que ia fazer 40 anos de existência!).
Mais uma medida tomada por um conjunto de gestores neoliberais que só veêm $$$ e €€€!
Será que a Fundação Calouste Gulbenkian estará em dificuldades económicas?
Ou será porque já não conseguem pagar os salários milionários dos senhores administradores?
Independentemente da causa o facto é que Portugal vai ficar mais pobre, muito mais pobre.
A forma como foi decidida a extinção do Ballet revela bem o calibre dos gestores desta Fundação: foi decida a extinção sem aviso prévio aos bailarinos. Segundo a notícia divulgada hoje no jornal Público, os bailarinos estão em situação difícil já que nesta altura do ano já todas as companhias fecharam os seus quadros para a próxima temporada, o que os impede de encontrar rapidamente outro local onde trabalhar.
Que mais irá a Fundação Calouste Gulbenkian extinguir?




quinta-feira, 30 de junho de 2005

Tal como Os Cisnes, de Eduardo Prado Coelho (Abril de 2000)

Encontrei esta excelente crónica de Eduardo Prado Coelho nos meus arquivos informáticos:

Tal como Os Cisnes

Os textos de João César das Neves no "Diário de Notícias" são para mim quase sempre fonte de perplexidades ilimitadas. O mais recente, intitulado "O século do sexo", não escapa à regra - diria mesmo que a consagra definitivamente.
Como economista, João César das Neves começa por se espantar por que motivos o sexo tem hoje tão grande lugar no "marketing". Fá-lo nos termos rigorosos da sua ciência (que neste caso ganham contornos hilariantes): "Este gigantesco interesse publicitário é muito estranho. Trata-se de um produto velho como o mundo, sem melhorias tecnológicas ou patentes registadas, produzido em enormes quantidades a custo nulo e que, na sua esmagadora maioria, tem também preço zero. Na verdade, a parte remunerada do acto sexual representa uma percentagem muito diminuta do sector. Os únicos interesses industriais evidentes estão ligados a produtos laterais, como filmes, espectáculos ou contraceptivos. Aquilo que tecnicamente se chama 'merchandizing'."
Como explicar então o fenómeno? João César das Neves lança uma hipótese: "Toda esta actividade tem origem numa decisão histórica que as sociedades ocidentais tomaram há umas décadas, a liberalização sexual." Estranha decisão, é verdade. Não se sabe se foi um referendo universal, se um decreto da Sociedade das Nações, se um ditame secreto e demoníaco. Mas os resultados estão à vista. Segundo César das Neves, existem partidos como o Bloco de Esquerda "que quase não falam doutra coisa senão sexo". É isso mesmo. Eu já suspeitava que Luís Fazenda fingia interessar-se pela política apenas para dar vazão à sua mentalidade devassa.
Mas, para além desta decisão histórica que João César das Neves dá como irrefutável explicação, devemos observar que ele faz logo em seguida uma outra descoberta: calculem que a sexualidade humana é sobretudo "coisa mental", isto é, artificialidade! Porque "sendo a finalidade natural do sexo indiscutivelmente a procriação", "quase todo o empenhamento erótico actual vai no sentido oposto, procurando um sexo sem filhos". Eis o momento em que João César das Neves começa a estar em condições de entender por que há tão pouco voyeurismo entre os carneiros, tão pouca perversidade entre os camelos e, ai de nós, tão escasso fetichismo entre os rinocerontes.
Daí o descalabro que vai pelo mundo. Porque, "não há dúvidas que a raça humana, tal como os cisnes, acasala para a vida. Mas hoje repudiamos isso, preferindo a precarização sexual". Eu pelos cisnes não respondo, é claro. Já quanto à raça humana, mesmo não sendo economista, talvez pudesse ter algumas dúvidas.
Mas a explicação de todo o texto deverá estará na seguinte passagem sobre a frustração sexual: "Após alguns momentos de êxtase e sonho, vem quase sempre uma dor profunda e muito duradoura." O que, reconheça-se, sem terapia urgente, se torna com a repetição, como diria Pina Moura, manifestamente "desconfortável".

Por EDUARDO PRADO COELHO in Jornal Público, publicado no dia 12 de Abril de 2000

terça-feira, 21 de junho de 2005

Solstício de Junho

Finalmente chegou. Começou o Verão. A partir desta semana, pouco a pouco, os dias vão diminuindo de tamanho até chegarmos ao solstício de Dezembro.
Se estivermos num local situado à latitude de 23º 27' N (trópico de Câncer) veremos que ao meio-dia solar as sombras desaparecem!
Com base nesta observação Eratóstenes (astrónomo, historiador, geógrafo, filósofo, poeta, crítico teatral e matemático!), que viveu em Alexandria no século III a. C., calculou correctamente o perímetro da Terra!

domingo, 19 de junho de 2005

XXIII Festival de Música em Leiria (18 de Junho)

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Christophe Einhorn (tenor)



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Michel Corboz (maestro)



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Gyslaine Waelchli (soprano) e Michel Corboz (maestro)



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Coro Gulbenkian

sexta-feira, 17 de junho de 2005

Outra vez o petróleo

Para quem ainda não reparou aqui fica a notícia: O petróleo bruto volta a subir (notícia do Público a 17 de Junho de 2005).
O preço deste recurso energético está a aproximar-se dos 60 dólares por barril, em parte porque a OPEP já não consegue aumentar muito mais a sua produção (adivinhe-se porquê).
Agora junte-se a isto a desvalorização do euro face ao dólar, mais o aumento do IVA e do ISP aguardado para breve em Portugal.
Com esta mistura toda iremos ver o que vai acontecer à nossa inflação!

segunda-feira, 13 de junho de 2005

Cidadela de Cascais, 11 de Junho de 2005

Alguns momentos antes da Ópera "La Fille du Régiment" de Gaetano Donizetti:

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