Lumiar, Parque das Conchas, Novembro de 2007
domingo, 25 de novembro de 2007
domingo, 18 de novembro de 2007
Mudança de tempo
O Inverno acaba sempre por chegar. Este ano demorou um pouco mais e só será nesta segunda quinzena de Novembro que seremos "regados" pela chuva morna do Atlântico Norte . A previsão aponta para uns dias chuvosos que irão causar algumas preocupações...

Extraído de:http://www.opc.ncep.noaa.gov/shtml/A_HighSeas.shtm
Extraído de:http://www.opc.ncep.noaa.gov/shtml/A_HighSeas.shtm
quarta-feira, 7 de novembro de 2007
Clima e outras preocupações
Ao longo dos últimos cerca de 150 anos o uso intensivo dos combustíveis fósseis transformou completamente o aspecto dos nossos núcleos urbanos. Para além deste aspecto bem visível, existem os efeitos sobre o clima provocados pela libertação em grandes quantidades de dióxido de carbono e de outros gases, resultantes da queima destes combustíveis. Os efeitos destes gases sobre o clima são muito discutíveis e ainda não existe um consenso na comunidade científica acerca dos cenários climáticos futuros. Segundo uma corrente de opinião científica a actividade humana começou a alterar o clima há cerca de 8.000 a 10.000 anos atrás, com o aparecimento da agricultura. Graças a esta actividade foi evitado o começo de uma nova era glaciar que agora estaria no seu auge. Assim, se pode perceber, segundo esta interpretação, que a estabilidade climática actual é um fenómeno anómalo e só existe porque está a ser sustentada pela actividade humana. O problema é se uma tão elevada produção de gases indutores do efeito de estufa poderá, a breve trecho, desequilibrar irreversivelmente o clima da Terra. Nada se sabe ao certo. Todavia, os fenómenos climatéricos anómalos tendem cada vez a ser mais frequentes e extravagantes. Por exemplo, este Outono em Portugal tem sido excessivamente seco e quente e poderá ser uma destas manifestações anómalas. As folhas das árvores não mentem e anunciam um Verão tardio num Outono quente e seco que anuncia uma Primavera antecipada.

Lisboa, Jardim da Estrela (Novembro de 2007)

Lisboa, Jardim da Estrela (Novembro de 2007)
O Inverno virá mas se calhar de uma forma intensa e fugaz. Quando a Primavera chegar o tempo húmido predominará até ao Verão seguinte. Temos que nos adaptar às mudanças…
Ainda a propósito do clima há que referir a posição persistente de um anticiclone. Este centro de alta pressão tem estado nas últimas semanas centrado, ora a norte, ora a noroeste da Península Ibérica fazendo, simultaneamente, de barreira à passagem das superfícies frontais polares. A imagem em baixo mostra uma posição estranha deste anticiclone encostado a uma grande baixa pressão com o seu centro localizado sobre o sul da Suécia. Esta é uma previsão para sexta-feira, dia 9 de Novembro.

Devido à posição deste anticiclone o trajecto das baixas pressões polares tem sido feito à latitude do Mar do Norte. Dada a intensidade destas tempestades polares a produção de petróleo do Mar do Norte está a ser afectada o que está a contribuir para o aumento do preço do crude. Como a sede mundial por este líquido viscoso é enorme e dado que já não há possibilidade de aumentar mais a produção, porque a natureza geológica não o permite, é natural que os preços subam em flecha. Vamos, certamente, chegar ao fim do ano com preços muito acima dos 100 dólares por barril!
No meio de todas estas incertezas a única certeza que temos é a da escassez de recursos face ao seu consumo desenfreado.
Lisboa, Jardim da Estrela (Novembro de 2007)
Lisboa, Jardim da Estrela (Novembro de 2007)
O Inverno virá mas se calhar de uma forma intensa e fugaz. Quando a Primavera chegar o tempo húmido predominará até ao Verão seguinte. Temos que nos adaptar às mudanças…
Ainda a propósito do clima há que referir a posição persistente de um anticiclone. Este centro de alta pressão tem estado nas últimas semanas centrado, ora a norte, ora a noroeste da Península Ibérica fazendo, simultaneamente, de barreira à passagem das superfícies frontais polares. A imagem em baixo mostra uma posição estranha deste anticiclone encostado a uma grande baixa pressão com o seu centro localizado sobre o sul da Suécia. Esta é uma previsão para sexta-feira, dia 9 de Novembro.
Devido à posição deste anticiclone o trajecto das baixas pressões polares tem sido feito à latitude do Mar do Norte. Dada a intensidade destas tempestades polares a produção de petróleo do Mar do Norte está a ser afectada o que está a contribuir para o aumento do preço do crude. Como a sede mundial por este líquido viscoso é enorme e dado que já não há possibilidade de aumentar mais a produção, porque a natureza geológica não o permite, é natural que os preços subam em flecha. Vamos, certamente, chegar ao fim do ano com preços muito acima dos 100 dólares por barril!
No meio de todas estas incertezas a única certeza que temos é a da escassez de recursos face ao seu consumo desenfreado.
quarta-feira, 24 de outubro de 2007
segunda-feira, 15 de outubro de 2007
domingo, 7 de outubro de 2007
sábado, 29 de setembro de 2007
Outono
Chegou no tempo certo, em tempos de incerteza.
A incerteza é nos dada pela ciência económica que é tão variável quanto é o estado de humor dos humanos.
Pelo contrário, a natureza, é muito mais previsível mesmo com o seu carácter irregular e sempre mutante.
Existe alguma explicação para isto? Não sei...
Por isso, prefiro ficar do lado da contemplação da natureza porque ela não nos invade a cabeça com angústias, antes pelo contrário.
sexta-feira, 7 de setembro de 2007
Luz de Setembro
Quase todos os anos os primeiros dias de Setembro são únicos no Verão da nossa costa ocidental.
O vento acalma, as águas são mornas, as praias são menos frequentadas e a luz é menos agressiva. Há mais espaço para respirar e para poder andar.
É talvez um momento em que o tempo repousa como que esperando pela entrada da nova estação.
O vento acalma, as águas são mornas, as praias são menos frequentadas e a luz é menos agressiva. Há mais espaço para respirar e para poder andar.
É talvez um momento em que o tempo repousa como que esperando pela entrada da nova estação.
quinta-feira, 9 de agosto de 2007
terça-feira, 24 de julho de 2007
As fraquezas de um anticiclone
extraído de: http://weather.unisys.com/ecmwf/ecmwf_500p_4panel_eur.html
O famoso Anticiclone dos Açores anda outra vez a dar que falar. Já ocupa espaço nas crónicas dos nossos escritores jornalísticos.
O verão está fraco, dizem a maioria dos portugueses.
Está fraco mas não é um Verão anómalo, afirmam os meteorologistas.
Para o bem ou para o mal este Anticiclone está uns graus de latitude abaixo do que seria de esperar no mês de Julho. Resultado: não consegue estender a sua crista sobre o Golfo da Biscaia e "abraçar" o Mediterrâneo. Estamos, por isso, privados do convívio com as noites quentes ricas em perfumes do Mediterrâneo e do Norte de África. Vai-se embora a faceta mediterrânica e ficamos com a atlântica.
Quem está mal é o Reino Unido, a braços com cheias, ou os países do leste europeu que estão a derreter no calor tórrido de um verão demasiado quente.
Serão estas mais facetas do aquecimento global?
terça-feira, 10 de julho de 2007
Dias de vento!
domingo, 8 de julho de 2007
sábado, 16 de junho de 2007
Carga de chuva no solstício de Junho
O Anticiclone dos Açores foi de férias. Fez as malas e partiu sem destino certo, deixando as latitudes sub-tropicais.
A imagem de satélite extraída do sítio da eumetsat é bem ilucidativa do cenário húmido que nos caiu em cima das cabeças!
Ainda não consegui perceber como é que em Junho a Península Ibérica é sucessivamente varrida por 3 ou 4 depressões polares! Será isto um dos sinais do aquecimento global?
A imagem de satélite extraída do sítio da eumetsat é bem ilucidativa do cenário húmido que nos caiu em cima das cabeças!
Ainda não consegui perceber como é que em Junho a Península Ibérica é sucessivamente varrida por 3 ou 4 depressões polares! Será isto um dos sinais do aquecimento global?
terça-feira, 5 de junho de 2007
sexta-feira, 25 de maio de 2007
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