Praia do Amado, 6 de Setembro de 2006
sábado, 9 de setembro de 2006
quarta-feira, 30 de agosto de 2006
O Gato Romeu
terça-feira, 29 de agosto de 2006
Todo-o-Terreno Mirandês
Fim de tarde cheio de luz. Aqui o pôr-do-sol é diferente. Aliás tudo é diferente.
Eis aqui um perfeito veículo todo-o-terreno: o burro mirandês.

É uma espécie em vias de extinção. Existem em Portugal pouco mais de 4000 exemplares.


Vamos a um passeio? A temperatura amena do fim da tarde ajuda e a sandinesa é uma burra muito calma, apesar de gostar muito de petiscar pelo caminho.








E o que dizer deste fim de tarde?
Eis aqui um perfeito veículo todo-o-terreno: o burro mirandês.
É uma espécie em vias de extinção. Existem em Portugal pouco mais de 4000 exemplares.
Vamos a um passeio? A temperatura amena do fim da tarde ajuda e a sandinesa é uma burra muito calma, apesar de gostar muito de petiscar pelo caminho.
E o que dizer deste fim de tarde?
segunda-feira, 28 de agosto de 2006
Douro Internacional
Fazendo uma pequena viagem para norte entramos no distrito de Bragança. A fronteira entre Portugal e Espanha é desenhada pelo curso do rio Douro que corre em vales fundos, por vezes bem apertados, como se observa a norte de Freixo-de-Espada-à-Cinta, entre as povoações de Mazouco e de Lagoaça.




É curioso verificar como a geologia condiciona o encaixe deste grande rio. Nas áreas de xisto o vale fluvial é mais aberto:

Quando são os granitos que afloram o vale é mais encaixado:
É curioso verificar como a geologia condiciona o encaixe deste grande rio. Nas áreas de xisto o vale fluvial é mais aberto:
Quando são os granitos que afloram o vale é mais encaixado:
domingo, 27 de agosto de 2006
Beira Alta (Castelo Rodrigo)
domingo, 20 de agosto de 2006
domingo, 13 de agosto de 2006
quinta-feira, 10 de agosto de 2006
Calor e poluição
Situação atmosférica prevista para 12 de Agosto de 2006
Extraído de: http://weather.unisys.com/gfsx/index_eur.html
O Verão em Portugal depende do conhecido Anticiclone dos Açores. Sem ele não teríamos estes dias de sol contínuos e estáveis, o negócio do turismo sol/praia era inexistente, a agricultura (a que ainda existe) seria muito diferente, ou seja, a nossa vida seria certamente outra.
Quando este centro de altas pressões “estica” a sua crista para o lado do Mediterrâneo e Norte de África somos brindados pelo vento seco de leste, a nortada amaina, a secura do ar aumenta e as temperaturas sobem (às vezes demais como tem acontecido nestes últimos dias). O que assusta mais é a subida das temperaturas mínimas: hoje às 8 horas da manhã já estavam 29,9ºC em Portalegre. Isto significa que durante uma vaga de calor há localidades com médias diárias muito acima dos 30ºC.
Estará isto relacionado com o aquecimento climático à escala planetária? É provável que sim, mas não sabemos ao certo.
Como iremos sobreviver se os nossos Verões começarem a ser mesmo insuportáveis? Que medidas devem ser tomadas para conter a poluição atmosférica das cidades, que é particularmente perigosa nestes dias muito quentes e sem vento?
A meu ver era possível combater muito dos efeitos nefastos do aquecimento global. Nas cidades, as alamedas largas e sempre carregadas de automóveis, deveriam ser substituídas por vias de veículos eléctricos de transporte público ladeadas por muitas árvores e passeios largos. Quando começarmos a viver menos encaixotados e menos consumidos pelo stress das deslocações diárias de certeza que vamos passar a viver melhor.
quarta-feira, 9 de agosto de 2006
Estamos a aquecer o planeta
Quase todos os dias há notícias sobre o aquecimento do nosso planeta. Nos últimos dias veio a público a notícia sobre o extremo aquecimento do Mediterrâneo que juntamente com a presença de muita matéria orgânica tem permitido o aparecimento das "águas vivas" ou medusas. Aqui fica a imagem da Agência Espacial Europeia, que pode ser obtida em:
http://www.esa.int/esaEO/SEM563AATME_index_1.html#subhead2
http://www.esa.int/esaEO/SEM563AATME_index_1.html#subhead2
sexta-feira, 4 de agosto de 2006
quarta-feira, 2 de agosto de 2006
A arte iluminada pela luz de Lisboa
Quando ela se espalha pela cidade, as ruas, as esquinas, os recantos, os passeios, as alamedas, os jardins ganham outra cor e outra dimensão sob o efeito da luz.

Escultura de Fernando Botero (Parque Oeste, Alto do Lumiar)

Pérgola (Parque Oeste, Alto do Lumiar)
E o que dizer da luz deste final de tarde de Verão. É uma forma de arte natural?

Parque das Conchas (Lumiar)
A luz de Lisboa tem tonalidades ímpares. É difícil de descrever. É uma luz mediterrânica muito, muito especial. É uma expressão artística das mil e uma faces da natureza.
Escultura de Fernando Botero (Parque Oeste, Alto do Lumiar)
Pérgola (Parque Oeste, Alto do Lumiar)
E o que dizer da luz deste final de tarde de Verão. É uma forma de arte natural?
Parque das Conchas (Lumiar)
A luz de Lisboa tem tonalidades ímpares. É difícil de descrever. É uma luz mediterrânica muito, muito especial. É uma expressão artística das mil e uma faces da natureza.
terça-feira, 25 de julho de 2006
Geologia no Verão
Praia do Telheiro, Costa Vicentina.
28 de Agosto de 1987
Que bela é a Geologia!
Ao fundo, no último plano, está um pedaço do nosso rico passado muito antes da invenção da escrita e da espécie humana. As camadas inferiores são feitas de um sedimento muito enrugado e deformado, depositado em meio marinho há muitos, muitos milhões de anos! Por cima existem outras camadas feitas de arenito vermelho cortando as mais antigas. Revelam condições de formação num clima árido (terrestre) diferente do nosso clima actual.
Entre estas duas grandes unidades há uma lacuna impressionante, faltam muitos milhões de anos de registo sedimentar!
É misteriosa, impressionante e muito bonita a história geológica do chão que pisamos.
domingo, 23 de julho de 2006
Julho enfadonho
É sempre assim ou, pelo menos, quase sempre.
Os prazos, sempre os prazos. O ano começa em Janeiro com muitas dificuldades à mistura porque os projectos antigos já estão financeiramente esgotados.
Eis que no início da Primavera surge o anúncio de novos concursos para o financiamento de mais projectos. Aparece o anúncio a dizer que o prazo de entrega das propostas terminará no fim de Julho! O fim de Julho é, em Portugal, um fim de ciclo de um ano escolar. Portanto, é nessa altura que há montanhas de trabalho pendente que tem que ser terminado. A meio de Junho dispara, então, o cronómetro da contagem final para a submissão de novas propostas… De súbito, a 10 de Julho, chega o anúncio do alargamento do prazo até 31 de Agosto. Buerk! Como eu odeio esta mania de encher o Verão com trabalho!
Afinal para que servem as férias?
Sim, para que servem?
segunda-feira, 10 de julho de 2006
VII Congresso Nacional de Geologia
Foi mais um Congresso Nacional de Geologia, desta vez em Estremoz, no Alto Alentejo.


Foi mais um grande momento para falar do nosso planeta dinâmico nas suas múltiplas escalas.

Como civilização estamos inteiramente dependentes das qualidades do chão que pisamos todos os dias. É sobre ele que assentam as nossas cidades e portanto a nossa civilização. Do solo e do subsolo obtemos os alimentos, a água, a energia, os minérios, enfim, tudo o que precisamos no dia a dia. Apesar desta importância a profissão de geólogo passa muito despercebida na nossa sociedade. Quando acontecem fenómenos catastróficos (um sismo, um vulcão ou um tsunami) lá aparecem, por vezes, os geólogos a falar sobre a terra que mexe.


Hoje a Geologia é uma ciência recheada de temas interessantes que preenchem uma área nobre das Ciências Naturais. A Geologia como ciência vai muito mais além do saber classificar rochas e minerais. A beleza desta ciência está no saber interpretar e relacionar os fenómenos quer sejam eles de escala microscópica ou planetária.
Foi mais um grande momento para falar do nosso planeta dinâmico nas suas múltiplas escalas.
Como civilização estamos inteiramente dependentes das qualidades do chão que pisamos todos os dias. É sobre ele que assentam as nossas cidades e portanto a nossa civilização. Do solo e do subsolo obtemos os alimentos, a água, a energia, os minérios, enfim, tudo o que precisamos no dia a dia. Apesar desta importância a profissão de geólogo passa muito despercebida na nossa sociedade. Quando acontecem fenómenos catastróficos (um sismo, um vulcão ou um tsunami) lá aparecem, por vezes, os geólogos a falar sobre a terra que mexe.
Hoje a Geologia é uma ciência recheada de temas interessantes que preenchem uma área nobre das Ciências Naturais. A Geologia como ciência vai muito mais além do saber classificar rochas e minerais. A beleza desta ciência está no saber interpretar e relacionar os fenómenos quer sejam eles de escala microscópica ou planetária.
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