quinta-feira, 25 de agosto de 2005

Espaço infinito

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Lagoa do Fogo, S. Miguel, Açores, Agosto de 2005

Longe do ruído urbano
Mas perto, muito perto do coração da Terra

domingo, 7 de agosto de 2005

Dias grandes de Verão

Caminhar descalço sobre o manto verde, inspirar o ar puro e recuperar o ânimo!
Coisas simples que acontecem em dias grandes.

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Sena de Luna, Província de Léon, Espanha, Agosto de 2004

sexta-feira, 5 de agosto de 2005

Rútilo

Finalmente o blog rútilo exibe fotografias do mineral rútilo (TiO2)!


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Estes grãos de areia são provenientes das arribas da Praia do Telheiro (Algarve Ocidental). Pertencem à formação denominada Arenitos de Silves (Triásico).

Dia de fumo

Ao início da noite toda a cidade começou a ser invadida por uma grande nuvem de fumo. As estrelas não brilharam na noite de Lisboa.

O Sol nasceu com cor de fogo, o ar não cheirava a esteva e a terra de xisto alentejana, mas sim a madeira queimada.

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Queluz, 5 de Agosto de 2005

De manhã cedo a cidade estava envolta numa neblina feita de madeira queimada e não do ar marítimo do Atlântico.

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Queluz, 5 de Agosto de 2005

Hoje quase não se pode respirar em Lisboa.

quinta-feira, 4 de agosto de 2005

Dia de calor

Neste dia de calor de Agosto a história repete-se: fogos e mais fogos postos por mão criminosa. Hoje estamos a viver mais um dia infernal para Portugal.
A grande velocidade vai desaparecendo o nosso património natural. Cerca de um terço do continente português está ameaçado pela desertificação: é o avanço do deserto norte africano para norte.
Não sei qual será o nosso futuro nesta planeta, mas contando com a actual velocidade de degradação dos ecossistemas é bem provável que a nossa civilização não passe do século XXI!
É espantoso ouvir os nossos jornalistas afirmarem que a causa dos incêndios é o calor! Como se a temperatura do ar fosse suficiente para causar a queima das plantas. Se assim fosse tudo arderia espontaneamente: jardins, relva, vegetação dunar, etc. Não. O calor não causa os fogos. É a mão criminosa do Homem a grande causa dos fogos em Portugal como também em muitos outros países. Os ecossistemas naturais bem equilibrados estão armados para se defenderem dos rigores climáticos. Haverá esperança?

domingo, 31 de julho de 2005

Construção

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Alta de Lisboa, 30 de Julho de 2005 (fotografia de Rodrigues)

Nortada na costa alentejana

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Sistema dunar Santo André-Monte Velho, 29 de Julho de 2005

Dunas de Santo André-Monte Velho

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Sistema dunar de Santo André-Monte Velho, 29 de Julho de 2005

Espécies adaptadas ao rigor climático destes litorais arenosos da costa alentejana.

Verão no litoral alentejano

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Praia da Galé, 29 de Julho de 2005

segunda-feira, 25 de julho de 2005

quinta-feira, 21 de julho de 2005

Fuga ao inferno das chamas

Ainda o Verão vai a meio e já temos muito país ardido. Infelizmente este fenómeno está a afectar todo o mundo, em especial os países mediterrânicos. Estamos a atravessar um período de extinção em massa das espécies vivas que habitam este frágil planeta facto que está, certamente, a influenciar negativamente a nossa qualidade de vida.

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Agosto de 2004

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Agosto de 2004

Estas imagens mostram um dos últimos santuários naturais das montanhas do mediterrâneo. Trata-se dos Pirenéus Aragoneses. É sublime respirar o ar puro destas paragens, em que o silêncio é apenas quebrado pelo som emitido pelas aves rapinas ou pela água que escorre pelas cascatas. Aqui fica esta mensagem de esperança...

quinta-feira, 7 de julho de 2005

Esta é uma semana triste para Portugal

Vai desaparecer o Ballet Gulbenkian (que ia fazer 40 anos de existência!).
Mais uma medida tomada por um conjunto de gestores neoliberais que só veêm $$$ e €€€!
Será que a Fundação Calouste Gulbenkian estará em dificuldades económicas?
Ou será porque já não conseguem pagar os salários milionários dos senhores administradores?
Independentemente da causa o facto é que Portugal vai ficar mais pobre, muito mais pobre.
A forma como foi decidida a extinção do Ballet revela bem o calibre dos gestores desta Fundação: foi decida a extinção sem aviso prévio aos bailarinos. Segundo a notícia divulgada hoje no jornal Público, os bailarinos estão em situação difícil já que nesta altura do ano já todas as companhias fecharam os seus quadros para a próxima temporada, o que os impede de encontrar rapidamente outro local onde trabalhar.
Que mais irá a Fundação Calouste Gulbenkian extinguir?