segunda-feira, 10 de maio de 2010
quarta-feira, 31 de março de 2010
Grão de areia euédrico
terça-feira, 23 de março de 2010
Teixeira dos Santos, o justiceiro fiscal

Segundo uma notícia na página do jornal Público:
As contas apresentadas por Teixeira dos Santos, num gráfico mostrado aos deputados da Comissão de Orçamento e Finanças, aponta, mostram que, enquanto em média os contribuintes do primeiro escalão beneficiam de 37 euros com as deduções fiscais, os contribuintes do escalão mais alto beneficiam de 1623 euros.
“Quem em média beneficia mais das deduções são os escalões mais altos”, disse o ministro, apresentando os números que justificam as medidas para cortar nos benefícios fiscais e introduzirem “mais equidade” na máquina fiscal, como tem vindo a defender.
Agora já estou mais descansado porque sei que temos um autêntico Robin dos Bosques ao comando das nossas finanças!
sexta-feira, 12 de março de 2010
Mudam-se os meses, muda-se a política fiscal!
Segundo o site do jornal Expresso:
"Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades. A 08 de Setembro de 2009, Sócrates afirmou no debate televisivo com Francisco Louçã que não era a altura para aumentar os impostos e que limitar os benefícios fiscais no IRS prejudicava a classe média.
O primeiro-ministro questionava Louçã sobre a proposta de eliminar os benefícios fiscais dos Planos Poupança Reforma (PPR), saúde e educação, escolhendo excertos do programa do Bloco de Esquerda (BE), que acusava de ir contra a classe média.
"Estas pessoas que fazem as deduções fiscais na educação, na saúde e nos PPRS não são ricos é a classe média. Sei que no movimento revolucionário a classe média sempre foi vista como uma classe que estava a mais, entre as vanguardas da classe operária e a burguesia, mas isso é radicalismo", disse Sócrates.
Durante o debate, o primeiro ministro sublinhou ainda que conseguiu combater a fraude fiscal, alcançando uma maior justiça nas políticas fiscais.
No entanto, o portal do Governo divulga hoje uma declaração de José Sócrates, que garante que a limitação dos benefícios e deduções fiscais no IRS introduzidas pelo Programa de Estabilidade e Crescimento (PEC) vai pesar apenas no bolso dos mais ricos.
Classe média ou alta?
"A verdade é que nós temos um sistema fiscal que permite àqueles que têm mais elevados rendimentos terem mais benefícios fiscais", afirmou o PM numa declaração durante a assinatura de um acordo entre o Governo e a Associação Nacional de Municípios Portugueses, referida no site.
"Compreendo que os outros partidos pensem de forma diferente, mas aquilo que propusemos no PEC está escrito no nosso Programa de Governo, sempre esteve anunciado nas nossas intenções ao longo de toda a campanha eleitoral e visa mais uma vez dar mais justiça ao nosso sistema fiscal", declarou o Chefe do Governo.
Quem vai ser afectado pela redução de benefícios fiscais são "alguns portugueses que têm elevados rendimentos e que tinham possibilidade de deduzir nos seus impostos o colégio dos filhos ou operações que fazem nos hospitais privados, e que agora vão ter uma limitação nos seus benefícios fiscais", acrescenta.
Mais uma vez, o primeiro-ministro garantiu que o PEC não prevê o aumento dos impostos a não ser com "uma excepção: vão ser taxados com 45% os portugueses que têm rendimentos acima de 150 mil euros anuais", conclui Sócrates."
"Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades. A 08 de Setembro de 2009, Sócrates afirmou no debate televisivo com Francisco Louçã que não era a altura para aumentar os impostos e que limitar os benefícios fiscais no IRS prejudicava a classe média.
O primeiro-ministro questionava Louçã sobre a proposta de eliminar os benefícios fiscais dos Planos Poupança Reforma (PPR), saúde e educação, escolhendo excertos do programa do Bloco de Esquerda (BE), que acusava de ir contra a classe média.
"Estas pessoas que fazem as deduções fiscais na educação, na saúde e nos PPRS não são ricos é a classe média. Sei que no movimento revolucionário a classe média sempre foi vista como uma classe que estava a mais, entre as vanguardas da classe operária e a burguesia, mas isso é radicalismo", disse Sócrates.
Durante o debate, o primeiro ministro sublinhou ainda que conseguiu combater a fraude fiscal, alcançando uma maior justiça nas políticas fiscais.
No entanto, o portal do Governo divulga hoje uma declaração de José Sócrates, que garante que a limitação dos benefícios e deduções fiscais no IRS introduzidas pelo Programa de Estabilidade e Crescimento (PEC) vai pesar apenas no bolso dos mais ricos.
Classe média ou alta?
"A verdade é que nós temos um sistema fiscal que permite àqueles que têm mais elevados rendimentos terem mais benefícios fiscais", afirmou o PM numa declaração durante a assinatura de um acordo entre o Governo e a Associação Nacional de Municípios Portugueses, referida no site.
"Compreendo que os outros partidos pensem de forma diferente, mas aquilo que propusemos no PEC está escrito no nosso Programa de Governo, sempre esteve anunciado nas nossas intenções ao longo de toda a campanha eleitoral e visa mais uma vez dar mais justiça ao nosso sistema fiscal", declarou o Chefe do Governo.
Quem vai ser afectado pela redução de benefícios fiscais são "alguns portugueses que têm elevados rendimentos e que tinham possibilidade de deduzir nos seus impostos o colégio dos filhos ou operações que fazem nos hospitais privados, e que agora vão ter uma limitação nos seus benefícios fiscais", acrescenta.
Mais uma vez, o primeiro-ministro garantiu que o PEC não prevê o aumento dos impostos a não ser com "uma excepção: vão ser taxados com 45% os portugueses que têm rendimentos acima de 150 mil euros anuais", conclui Sócrates."
quarta-feira, 10 de março de 2010
Situação de Portugal
Segundo Pacheco Pereira in Abrupto:
"Como é que estão as escolas? Mal, com uma crise de autoridade do Ministério e bloqueadas. Saíram de uma e não estão dispostas a entrar em nenhuma outra. As ruínas da política do primeiro mandato de Sócrates ainda fumegam e cada um faz pela vida no meio dos destroços. Conseguir dar à educação uma política coerente tornou-se uma tarefa impossível para os próximos anos.
Como é que está a justiça? Pelas ruas, melhor, pelas avenidas da amargura. É o problema singular mais difícil de resolver que hoje temos, ainda mais difícil do que o da competitividade da economia. Na economia ainda há áreas de excelência rodeadas de crise por todo o lado. Na justiça entrou-se num pântano de descrédito muito semelhante ao que atravessa a política.
Como é que estão os campos? Ao abandono, ou produzindo apenas culturas subsidiadas. Há excepções, mas confirmam a regra. No entanto, o potencial está lá intacto, o que no meio desta desgraça ainda permite esperança porque a agricultura é estratégica numa crise.
Como é que estão as fábricas? Cada vez menos e cada vez mais paradas, cada vez mais a palavra designa apenas edifícios e cada vez menos um local onde se trabalha, cada vez mais as fábricas pertencem em Portugal ao domínio da arqueologia industrial.
Como é que está o emprego? Tragicamente mal. E vai continuar ainda mais tragicamente mal, mesmo que deixe de crescer como até agora, porque à medida que o tempo passa acaba os subsídios. Então aí é que a crise ameaça passar para as ruas.
Como é que está a economia? Paralisada e estagnada. Endividada e perdendo competitividade. Mas como uma parte da economia ainda escapa à mão do governo, ainda há oportunidades e há quem as esteja a usar. No meio deste descalabro, não é o pior.
Como é que está a natalidade, um indicador de futuro? Olhe-se para a Pordata, a base de dados da Fundação Francisco Manuel dos Santos, e olhe-se para os indicadores dinâmicos da população e da natalidade e parece que um bloco de gelo pousou nos números. Em baixo voam os números da despesa…
Como é que está a corrupção? A fazer um upgrade.
Como é que está o governo? Bloqueado e sem saber o que fazer
Como é que estão os portugueses? Sem esperança, cansados, e zangados com os políticos.
Como é que está o Primeiro-ministro? Impante de optimismo e feliz consigo próprio.
Como é que está o PS? Perplexo, percebendo que vem aí tempestade da grossa, mas agarrado ao poder. Alguma coisa tem que mudar.
Como é que e está a oposição? Perplexa, percebendo que vem aí tempestade da grossa, mas sem saber o que fazer. Alguma coisa tem que mudar.
Como é que estão os bons? Mal.
Como é que estão os maus? Bem."
"Como é que estão as escolas? Mal, com uma crise de autoridade do Ministério e bloqueadas. Saíram de uma e não estão dispostas a entrar em nenhuma outra. As ruínas da política do primeiro mandato de Sócrates ainda fumegam e cada um faz pela vida no meio dos destroços. Conseguir dar à educação uma política coerente tornou-se uma tarefa impossível para os próximos anos.
Como é que está a justiça? Pelas ruas, melhor, pelas avenidas da amargura. É o problema singular mais difícil de resolver que hoje temos, ainda mais difícil do que o da competitividade da economia. Na economia ainda há áreas de excelência rodeadas de crise por todo o lado. Na justiça entrou-se num pântano de descrédito muito semelhante ao que atravessa a política.
Como é que estão os campos? Ao abandono, ou produzindo apenas culturas subsidiadas. Há excepções, mas confirmam a regra. No entanto, o potencial está lá intacto, o que no meio desta desgraça ainda permite esperança porque a agricultura é estratégica numa crise.
Como é que estão as fábricas? Cada vez menos e cada vez mais paradas, cada vez mais a palavra designa apenas edifícios e cada vez menos um local onde se trabalha, cada vez mais as fábricas pertencem em Portugal ao domínio da arqueologia industrial.
Como é que está o emprego? Tragicamente mal. E vai continuar ainda mais tragicamente mal, mesmo que deixe de crescer como até agora, porque à medida que o tempo passa acaba os subsídios. Então aí é que a crise ameaça passar para as ruas.
Como é que está a economia? Paralisada e estagnada. Endividada e perdendo competitividade. Mas como uma parte da economia ainda escapa à mão do governo, ainda há oportunidades e há quem as esteja a usar. No meio deste descalabro, não é o pior.
Como é que está a natalidade, um indicador de futuro? Olhe-se para a Pordata, a base de dados da Fundação Francisco Manuel dos Santos, e olhe-se para os indicadores dinâmicos da população e da natalidade e parece que um bloco de gelo pousou nos números. Em baixo voam os números da despesa…
Como é que está a corrupção? A fazer um upgrade.
Como é que está o governo? Bloqueado e sem saber o que fazer
Como é que estão os portugueses? Sem esperança, cansados, e zangados com os políticos.
Como é que está o Primeiro-ministro? Impante de optimismo e feliz consigo próprio.
Como é que está o PS? Perplexo, percebendo que vem aí tempestade da grossa, mas agarrado ao poder. Alguma coisa tem que mudar.
Como é que e está a oposição? Perplexa, percebendo que vem aí tempestade da grossa, mas sem saber o que fazer. Alguma coisa tem que mudar.
Como é que estão os bons? Mal.
Como é que estão os maus? Bem."
domingo, 7 de março de 2010
Os minerais fazem parte da nossa essência!

"Thus we live in a universe primed for complexification: hydrogen atoms form stars, stars form the elements of the periodic table, those elements form planets, which in turn form minerals abundantly. Minerals catalyze the formation of biomolecules, which on Earth led to life. In this sweeping scenario, minerals represent but one inexorable step in the evolution of a cosmos that is learning to know itself."
Palavras sábias de Robert M. Hazen para definir o mundo que nos rodeia na perspectiva geológica e biológica (in Evolution of Minerals, Scientific American, March 2010, vol. 302, 3, 42-49).
Parece mesmo que a geologia e a biologia andaram de "braço dado" no que toca ao aparecimento da vida e a formação de novos minerais. A ideia com se fica ao ler este artigo é de que a geologia fez o "ninho" para que mais tarde as moléculas orgânicas produzissem os primeiros seres vivos. A evolução destes seres vivos permitiu, por sua vez, a formação de novos minerais. Antes do aparecimento da vida a Terra teria cerca de um pouco mais de um milhar de minerais diferentes. Graças ao aparecimento e desenvolvimento da vida a Terra tem hoje muito mais do que quatro mil espécies mineralógicas!
segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010
Dedo na ferida
No jornal I de hoje:
Primeiro plano
Ir à raiz do problema europeu
por João Rodrigues, Publicado em 08 de Fevereiro de 2010
"O desastre começa nas periferias: Portugal, Irlanda, Grécia, Espanha. O acrónimo lê-se "pigs". Há preconceitos que não desaparecem
O euro vai acabar? Não sabemos: estamos perante uma incerteza radical, conceito que teima em não entrar na cabeça da maioria dos economistas, convencidos de que podem atribuir probabilidades a tudo. Qual é o problema do euro, tal como foi instituído? Ser parte de uma utopia monetarista geradora de desemprego e desigualdades.
O euro é uma moeda única sem um orçamento central com peso, sem fiscalidade unificada e sem dívida pública europeia. Isto quando se sabe que, num contexto de integração monetária, o peso do orçamento da UE no PIB deveria ser, pelo menos, o dobro dos actuais 1%. Esta trajectória liberal é inédita e leva ao desastre que começa nas periferias: Portugal, Irlanda, Grécia, Espanha. O acrónimo lê-se "pigs" (porcos...), em inglês. Há preconceitos que não desaparecem. Os mercados financeiros ainda liberalizados guiam--se por eles e aprofundam-nos.
Os preconceitos multiplicam--se numa zona económica que já é mais desigual no seu conjunto do que os EUA, mas que não tem os mecanismos redistributivos federais norte-americanos. A zona euro também não tem uma Reserva Federal que tome o emprego e a inflação como objectivos a serem compatibilizados. Em 2008, já em plena crise, o BCE, o mais ortodoxo dos bancos centrais, ainda subia as taxas de juro: o fantasma da inflação, a domar por um euro forte e pelo desemprego, valia bem a continuada desindustrialização.
Em Portugal, onde mais de 40% dos assalariados ganha menos de 600 euros líquidos por mês, a confortável opinião convencional aposta na redução dos salários. O desemprego, com a consequente destruição de capacidade produtiva, é o único mecanismo que garante o sucesso deste desastre transformado em prescrição. Que fazer então? O economista Jorge Bateira, co-autor do blogue Ladrões de Bicicletas, já em Julho deste ano tinha defendido o que o ministro das finanças grego vem agora implicitamente sugerir: um tratamento global do problema europeu.
Assim, a Alemanha, que acumula brutais excedentes comerciais, tem de aumentar o poder dos seus assalariados para que os "pigs" encontrem mercados. É também necessária uma intensa e convergente actividade diplomática das periferias que garanta a criação de um fundo obrigacionista europeu para financiar situações de emergência e que impeça o tipo de tratamento que a Comissão quer dar à Grécia. O governo português revela uma grande miopia: não há moeda que sobreviva sem mecanismos de solidariedade construídos com alianças políticas. Estamos todos juntos nisto - países credores e devedores - ou então vai cada um para seu lado. Este cenário não será bonito para ninguém..."
Economista e co-autor do blogue Ladrões de Bicicletas
Primeiro plano
Ir à raiz do problema europeu
por João Rodrigues, Publicado em 08 de Fevereiro de 2010
"O desastre começa nas periferias: Portugal, Irlanda, Grécia, Espanha. O acrónimo lê-se "pigs". Há preconceitos que não desaparecem
O euro vai acabar? Não sabemos: estamos perante uma incerteza radical, conceito que teima em não entrar na cabeça da maioria dos economistas, convencidos de que podem atribuir probabilidades a tudo. Qual é o problema do euro, tal como foi instituído? Ser parte de uma utopia monetarista geradora de desemprego e desigualdades.
O euro é uma moeda única sem um orçamento central com peso, sem fiscalidade unificada e sem dívida pública europeia. Isto quando se sabe que, num contexto de integração monetária, o peso do orçamento da UE no PIB deveria ser, pelo menos, o dobro dos actuais 1%. Esta trajectória liberal é inédita e leva ao desastre que começa nas periferias: Portugal, Irlanda, Grécia, Espanha. O acrónimo lê-se "pigs" (porcos...), em inglês. Há preconceitos que não desaparecem. Os mercados financeiros ainda liberalizados guiam--se por eles e aprofundam-nos.
Os preconceitos multiplicam--se numa zona económica que já é mais desigual no seu conjunto do que os EUA, mas que não tem os mecanismos redistributivos federais norte-americanos. A zona euro também não tem uma Reserva Federal que tome o emprego e a inflação como objectivos a serem compatibilizados. Em 2008, já em plena crise, o BCE, o mais ortodoxo dos bancos centrais, ainda subia as taxas de juro: o fantasma da inflação, a domar por um euro forte e pelo desemprego, valia bem a continuada desindustrialização.
Em Portugal, onde mais de 40% dos assalariados ganha menos de 600 euros líquidos por mês, a confortável opinião convencional aposta na redução dos salários. O desemprego, com a consequente destruição de capacidade produtiva, é o único mecanismo que garante o sucesso deste desastre transformado em prescrição. Que fazer então? O economista Jorge Bateira, co-autor do blogue Ladrões de Bicicletas, já em Julho deste ano tinha defendido o que o ministro das finanças grego vem agora implicitamente sugerir: um tratamento global do problema europeu.
Assim, a Alemanha, que acumula brutais excedentes comerciais, tem de aumentar o poder dos seus assalariados para que os "pigs" encontrem mercados. É também necessária uma intensa e convergente actividade diplomática das periferias que garanta a criação de um fundo obrigacionista europeu para financiar situações de emergência e que impeça o tipo de tratamento que a Comissão quer dar à Grécia. O governo português revela uma grande miopia: não há moeda que sobreviva sem mecanismos de solidariedade construídos com alianças políticas. Estamos todos juntos nisto - países credores e devedores - ou então vai cada um para seu lado. Este cenário não será bonito para ninguém..."
Economista e co-autor do blogue Ladrões de Bicicletas
quarta-feira, 27 de janeiro de 2010
terça-feira, 12 de janeiro de 2010
HEAVY RAIN
Tal como se costuma dizer em língua inglesa: heavy rain. Depois do frio lá vem de novo a corrente perturbada de oeste. Hoje, pela madrugada, o litoral começou a ser atravessado pelo sector quente da frente polar, já de manhã seguiu-se-lhe o sector frio, com chuva mais intensa. A imagem mostra a altura da passagem do ramo frio da frente polar sobre o território do continente. Esta mudança de tempo vai derreter pro completo as neves do interior. Estamos a ter um Inverno muito rigoroso!

Fonte: Eumetsat

Fonte: Eumetsat
segunda-feira, 11 de janeiro de 2010
domingo, 10 de janeiro de 2010
E o Inverno rigoroso continua em Portugal
Mais um núcleo de baixa-pressão se aproxima da Península Ibérica. A massa de ar resultante desta baixa-pressão e do anticiclone situado no norte da Europa transporta ar frio e húmido. Há forte probabilidade de nevar em todo o interior de Portugal.

Imagem obtida aqui.

Imagem obtida aqui.
quarta-feira, 6 de janeiro de 2010
Situação de bloqueio atmosférico no Atlântico Norte
A posição setentrional de um anticiclone no Atlântico Norte está a bloquear a progressão normal da corrente de ar húmido e mais quente vinda de Oeste. Resultado: estão a ocorrer fortes nevões nas ilhas britânicas. Agora que o Inverno está instalado e o solo já arrefeceu estas condições meteorológicas (raras) estão a gerar acumulações de neve com várias dezenas de cm.
Por cá, às nossas latitudes, somos atingidos frequentemente pelos núcleos das baixas pressões que provocam chuvas abundantes e ventos fortes com consequências muito negativas (cheias, derrocadas, erosão acentuada do litoral e até poluição das águas das barragens pelo efeito do aumento da turbulência das águas de escorrência).
Há quem associe este fenómenos ao efeito de mudança global do clima. Há quem fale na "Artic Oscillation - AO" e na "North Atlantic Oscillation - NAO" como sendo os fenómenos responsáveis por esta situação.
Nesta figura são visíveis dois anticiclones que bloqueiam totalmente a progressão da frente polar vinda de Oeste. Trata-se de uma situação muito rara...
Por cá, às nossas latitudes, somos atingidos frequentemente pelos núcleos das baixas pressões que provocam chuvas abundantes e ventos fortes com consequências muito negativas (cheias, derrocadas, erosão acentuada do litoral e até poluição das águas das barragens pelo efeito do aumento da turbulência das águas de escorrência).
Há quem associe este fenómenos ao efeito de mudança global do clima. Há quem fale na "Artic Oscillation - AO" e na "North Atlantic Oscillation - NAO" como sendo os fenómenos responsáveis por esta situação.
Subscrever:
Mensagens (Atom)



