terça-feira, 10 de março de 2009
Primavera
First of May, Bee Gees
When I was small, and christmas trees were tall,
We used to love while others used to play.
Dont ask me why, but time has passed us by,
Some one else moved in from far away.
Now we are tall, and christmas trees are small,
And you dont ask the time of day.
But you and i, our love will never die,
But guess well cry come first of may.
The apple tree that grew for you and me,
I watched the apples falling one by one.
And I recall the moment of them all,
The day I kissed your cheek and you were mine.
When I was small, and christmas trees were tall,
Do do do do do do do do do...
Dont ask me why, but time has passed us by,
Some one else moved in from far away.
quinta-feira, 1 de janeiro de 2009
2009

Novo ano. Esperanças renovadas.
2008 foi um ano de crise. A razão profunda da crise poderá estar no esgotamento de um modelo de desenvolvimento assente num consumo desenfreado de recursos naturais.
A crise financeira que está a afectar a economia pode ser uma das faces deste consumo excessivo de recursos. Pode ser, mas não há certeza...
domingo, 28 de dezembro de 2008
quarta-feira, 24 de dezembro de 2008
quarta-feira, 19 de novembro de 2008
Sinais de crise: a indústria automóvel norte americana
General Motors à beira do colapso

Fotografia de Rebecca Cook/Reuters
Notícia do jornal Público
A sede mundial do gigante automóvel General Motors em Detroit, no estado do Michigan, nos EUA. Os líderes máximos da GM, Ford e Chrysler transmitiram ontem ao Congresso um cenário negro da indústria, cujas grandes marcas se encontram à beira da falência caso não recebam ajudas do Estado. Os líderes destes três grandes fabricantes mundiais pediram apoios que envolvem 25 mil milhões de dólares (19,8 mil milhões de euros), valor idêntico ao primeiro programa aprovado em Setembro, apesar da oposição política à criação de um novo programa de salvamento da indústria automóvel.
E que tal produzirem carros mais ecológicos que não consumam qualquer coisa como 10 ou 20 litros por cada 100 km?
Em alternativa há que apostar nos veículos eléctricos...

Fotografia de Rebecca Cook/Reuters
Notícia do jornal Público
A sede mundial do gigante automóvel General Motors em Detroit, no estado do Michigan, nos EUA. Os líderes máximos da GM, Ford e Chrysler transmitiram ontem ao Congresso um cenário negro da indústria, cujas grandes marcas se encontram à beira da falência caso não recebam ajudas do Estado. Os líderes destes três grandes fabricantes mundiais pediram apoios que envolvem 25 mil milhões de dólares (19,8 mil milhões de euros), valor idêntico ao primeiro programa aprovado em Setembro, apesar da oposição política à criação de um novo programa de salvamento da indústria automóvel.
E que tal produzirem carros mais ecológicos que não consumam qualquer coisa como 10 ou 20 litros por cada 100 km?
Em alternativa há que apostar nos veículos eléctricos...
sexta-feira, 7 de novembro de 2008
Para reflectir no futuro imediato
Obama Will Need Energy Realism, Not More Economic Alchemy
Submitted by Julian Darley on November 5, 2008 - 12:32pm.
America and the world wakes this morning to a landscape of new possibilities. We also wake up to a daunting list of problems, most of which are now well known. Yet still there is one problem that was never mentioned by either presidential candidate, no doubt for their own good reasons. The problem is one that has been waiting in the wings since 1859. Or 1846 if you live in Russia.These are the dates of the first oil wells in the world, and they mark the beginning of our dependence on oil, a dependence which is now being forced into reverse.
Peak oil and decline has to become a dominant factor in political and business planning because otherwise, the wrong remedies are going to be applied to the wrong causal diagnosis. The world headlines this morning helpfully remind Obama and his new team that they face some severe economic woes. I am sure they are very grateful for that information.
What they need to hear about are the underlying reasons for the financial meltdown, the credit crisis and ensuing economic contraction. Jeff Rubin, of CIBC, makes the case strongly in a recent report, that high oil prices - caused by supply constraints not meeting demand - are the real cause of the economic crash.

The chart shows that all but one of the last five recessions have followed sharp rises in oil prices.Obama's new economic advisers will surely also be looking at such graphs, but will they notice how dramatically different the 21st century price rise curve is, and will they ask why? Unless they do, it seems likely that we see economic alchemy being practiced rather than economic realism. In the past that has lead to exuberance and temporary consumer happiness. This time will be different.
Let us hope that Obama's cabinet will be able to swim through the sea of position papers now deluging them and see that we are now entering a new age of global energy and economic contraction. If they do see this, they may also see that this is the key which opens the door to a new age of local resilience and regional reliance, an age of relocalization.
Fonte:http://postcarbon.org/obama_will_need_energy_realism_not_more_economic_alchemy
Submitted by Julian Darley on November 5, 2008 - 12:32pm.
America and the world wakes this morning to a landscape of new possibilities. We also wake up to a daunting list of problems, most of which are now well known. Yet still there is one problem that was never mentioned by either presidential candidate, no doubt for their own good reasons. The problem is one that has been waiting in the wings since 1859. Or 1846 if you live in Russia.These are the dates of the first oil wells in the world, and they mark the beginning of our dependence on oil, a dependence which is now being forced into reverse.
Peak oil and decline has to become a dominant factor in political and business planning because otherwise, the wrong remedies are going to be applied to the wrong causal diagnosis. The world headlines this morning helpfully remind Obama and his new team that they face some severe economic woes. I am sure they are very grateful for that information.
What they need to hear about are the underlying reasons for the financial meltdown, the credit crisis and ensuing economic contraction. Jeff Rubin, of CIBC, makes the case strongly in a recent report, that high oil prices - caused by supply constraints not meeting demand - are the real cause of the economic crash.

The chart shows that all but one of the last five recessions have followed sharp rises in oil prices.Obama's new economic advisers will surely also be looking at such graphs, but will they notice how dramatically different the 21st century price rise curve is, and will they ask why? Unless they do, it seems likely that we see economic alchemy being practiced rather than economic realism. In the past that has lead to exuberance and temporary consumer happiness. This time will be different.
Let us hope that Obama's cabinet will be able to swim through the sea of position papers now deluging them and see that we are now entering a new age of global energy and economic contraction. If they do see this, they may also see that this is the key which opens the door to a new age of local resilience and regional reliance, an age of relocalization.
Fonte:http://postcarbon.org/obama_will_need_energy_realism_not_more_economic_alchemy
segunda-feira, 27 de outubro de 2008
Semana Outonal
Depois do tempo quente eis que chega o Inverno!
Chega de repente, com ar polar e neve nas terras altas.
Um anticiclone fortíssimo vai "empurrar" o ar polar (relativamente húmido e frio) até às nossas latitudes. Assim se inaugura a época do frio:

Por oposição aqui fica o aspecto do céu em Lisboa no último domingo de Verão (fora de época):
Chega de repente, com ar polar e neve nas terras altas.
Um anticiclone fortíssimo vai "empurrar" o ar polar (relativamente húmido e frio) até às nossas latitudes. Assim se inaugura a época do frio:

Por oposição aqui fica o aspecto do céu em Lisboa no último domingo de Verão (fora de época):
quinta-feira, 23 de outubro de 2008
Outono seco
Mais um Outubro muito seco, com chuvas esporádicas e em regime concentrado. Esta tendência parece marcar a viragem do nosso clima para a aridez.

Os meses tradicionalmente mais frios estão a ser cada vez mais amenos. Por sua vez, nos meses de Verão, regista-se em Portugal continental um forte gradiente térmico entre o litoral e o interior.

Os meses tradicionalmente mais frios estão a ser cada vez mais amenos. Por sua vez, nos meses de Verão, regista-se em Portugal continental um forte gradiente térmico entre o litoral e o interior.
quarta-feira, 8 de outubro de 2008
A crise está aí
Medida inesperada de vários bancos mundiais
Bancos centrais cortam taxas de juro em meio ponto percentual em acção concertada
08.10.2008 - 12h15
Por PÚBLICO
Ralph Orlowski/Reuters (arquivo)
O BCE participou nesta acção completamente inesperada, na tentativa de acalmar os mercados financeiro
O Banco Central Europeu, a Reserva Federal norte-americana e o Banco de Inglaterra cortaram hoje em meio ponto percentual as suas principais taxas de juro de referência, numa acção conjunta que pretende acalmar os mercados financeiros internacionais.
Na Europa, o Banco Central Europeu cortou a taxa de referência para 3,75 por cento, nos EUA a Reserva Federal baixou o preço do dinheiro para 1,75 por cento e no Reino Unido a taxa caiu para 4,5 por cento.
Outros bancos centrais juntaram os esforços para restabelecer a confiança nos mercados financeiros e tentar limitar o abrandamento económico das principais economias mundiais. O banco da Suécia baixou a sua principal taxa para 4,25 por cento, igualmente um corte de meio ponto percentual.
A China, a Suíça e o Canadá acompanharam este movimento de diminuição das taxas de juro a nível global, tendo o Banco do Japão demonstrado grande satisfação por esta acção concertada.
“Os indicadores económicos sugerem que o ritmo da actividade económica enfraqueceu acentuadamente nos meses recentes”, explica a Reserva Federal, num seu comunicado divulgado hoje.
“Além disso”, prossegue o mesmo comunicado, “a intensificação da turbulência dos mercados financeiros é provável que limite a expansão da procura, em parte através da redução das famílias e das empresas em obter crédito” junto da banca. Daqui se conclui, que os bancos centrais deixaram de identificar tensões inflacionistas que ponham em causa os seus objectivos de contenção da inflação.
Bancos centrais cortam taxas de juro em meio ponto percentual em acção concertada
08.10.2008 - 12h15
Por PÚBLICO
Ralph Orlowski/Reuters (arquivo)
O BCE participou nesta acção completamente inesperada, na tentativa de acalmar os mercados financeiro
O Banco Central Europeu, a Reserva Federal norte-americana e o Banco de Inglaterra cortaram hoje em meio ponto percentual as suas principais taxas de juro de referência, numa acção conjunta que pretende acalmar os mercados financeiros internacionais.
Na Europa, o Banco Central Europeu cortou a taxa de referência para 3,75 por cento, nos EUA a Reserva Federal baixou o preço do dinheiro para 1,75 por cento e no Reino Unido a taxa caiu para 4,5 por cento.
Outros bancos centrais juntaram os esforços para restabelecer a confiança nos mercados financeiros e tentar limitar o abrandamento económico das principais economias mundiais. O banco da Suécia baixou a sua principal taxa para 4,25 por cento, igualmente um corte de meio ponto percentual.
A China, a Suíça e o Canadá acompanharam este movimento de diminuição das taxas de juro a nível global, tendo o Banco do Japão demonstrado grande satisfação por esta acção concertada.
“Os indicadores económicos sugerem que o ritmo da actividade económica enfraqueceu acentuadamente nos meses recentes”, explica a Reserva Federal, num seu comunicado divulgado hoje.
“Além disso”, prossegue o mesmo comunicado, “a intensificação da turbulência dos mercados financeiros é provável que limite a expansão da procura, em parte através da redução das famílias e das empresas em obter crédito” junto da banca. Daqui se conclui, que os bancos centrais deixaram de identificar tensões inflacionistas que ponham em causa os seus objectivos de contenção da inflação.
sexta-feira, 26 de setembro de 2008
"Peak oil" em imagens
Este é um filme muito bem concebido e resume aquilo que é um dos maiores desafios da humanidade para a primeira metade do século XXI:
Apocalipse financeiro mundial
Terá a política de guerra militar contribuído para esta terrível situação?
Caindo os Estados Unidos o resto do mundo irá atrás numa espiral sem fim à vista.
A era Bush ficará na história como uma mancha negra para a economia e vermelha de sangue para o elevado número de mortes causadas pelas guerras sem fim.
É urgente uma nova política mundial, porque a fome, a miséria e a destruição alastram a um ritmo infernal.
É possível recrear um novo mundo?
domingo, 21 de setembro de 2008
A transição entre o Verão e o Outono

Durante este Verão (que amanhã termina) a crista do Anticiclone dos Açores raramente esteve de "boa saúde". Resultado: o litoral oeste de Portugal Continental foi quase diariamente varrido pelo forte vento de norte (a conhecida nortada). Foram muitos os dias em que era difícil frequentar uma praia sem ter que resistir a esta força da natureza.
Nos últimos dias o Anticiclone dos Açores migrou para norte e estacionou sobre as ilhas britânicas. "Puxou" o ar quente oriundo do Norte de África e, consequentemente, chegaram os dias quentes (ausentes no mês de Agosto).
Entretanto o desenvolvimento de uma baixa pressão ao largo da Península Ibérica trouxe trovoada e aguaceiros fortes sobretudo para as terras do interior.
Este tempo instável denuncia a entrada do Outono. Antes da chegada do frio ainda serão comuns os dias chuvosos, húmidos e mornos. A história repete-se todos os anos com algumas cambiantes. Precisamos desta estabilidade do clima. Sem ela não podemos viver porque a nossa sociedade está inteiramente dependente da sucessão ritmada das estações do ano.
quinta-feira, 18 de setembro de 2008
Portugal pertence aos "PIGS"
Segundo notícia publicada no "Finantial Times"
"Pigs in muck
Published: September 1 2008 03:00 | Last updated: September 1 2008 03:00
Exciting countries get exciting acronyms, at least in financial circles. Fast-growing Brazil, Russia, India and China, for example, are called Brics, the very initials implying solid growth. Other countries are less fortunate. Take Portugal, Italy, Greece and Spain, sometimes described as the Pigs. It is a pejorative moniker but one with much truth.
Eight years ago, Pigs really did fly. Their economies soared after joining the eurozone. Interest rates fell to historical lows - and were often negative in real terms. A credit boom followed, just as night follows day. Wages rose, debt levels ballooned, as did house prices and consumption. Now the Pigs are falling back to earth."
Parece que o nosso ministro Manuel Pinho está indignado com esta classificação...
"Pigs in muck
Published: September 1 2008 03:00 | Last updated: September 1 2008 03:00
Exciting countries get exciting acronyms, at least in financial circles. Fast-growing Brazil, Russia, India and China, for example, are called Brics, the very initials implying solid growth. Other countries are less fortunate. Take Portugal, Italy, Greece and Spain, sometimes described as the Pigs. It is a pejorative moniker but one with much truth.
Eight years ago, Pigs really did fly. Their economies soared after joining the eurozone. Interest rates fell to historical lows - and were often negative in real terms. A credit boom followed, just as night follows day. Wages rose, debt levels ballooned, as did house prices and consumption. Now the Pigs are falling back to earth."
Parece que o nosso ministro Manuel Pinho está indignado com esta classificação...
terça-feira, 16 de setembro de 2008
Regresso das cidades à rotina

Multiplicam-se as iniciativas individuais e colectivas em prol de cidades com um estilo de vida mais agradável, através da utilização da bicicleta como veículo de transporte entre casa e o trabalho.
A Grande Lisboa, no que se refere à mobilidade dos seus cidadãos, é uma cidade caótica onde o veículo automóvel particular domina em absoluto as ruas, as avenidas e as praças. Apesar dos bonitos discursos dos nossos governantes tudo continua na mesma no que refere à melhoria da saúde das nossas vias urbanas.
Com o início de mais um ano lectivo os grandes engarrafamentos voltaram a aparecer um pouco por todo o lado nas suas mais variadas escalas, desde os grandes nós das auto-estradas até à rua do pequeno bairro. Mais um período de grandes movimentações pendulares se iniciou e os habitantes da região urbana de Lisboa lá se vão aguentado neste sacrifício de perder horas a fio enfiado num veículo num engarrafamento qualquer.
Mas a opção pelo transporte individual tornou-se nas últimas décadas essencial para a vida das pessoas. Estando a rede de transportes públicos mal dimensionada, estando o espaço público muito degradado é natural que a opção do “sofá individual com rodas” seja a preferida pela grande maioria dos cidadãos. Perante isto, como numa espiral sem fim, o investimento público na Grande Lisboa tem sido praticamente todo canalizado para a construção de novas vias, viadutos e túneis para o automóvel. Mas estas novas estruturas têm servido para atrair cada vez mais automóveis para os centros de actividade mais importantes, criando novos nós de engarrafamento.
De quando em quando lá surge um responsável a dizer que é preciso inverter urgentemente esta situação. Só palavras, digo! Faltam os actos. É preciso diminuir o número de faixas destinadas ao trânsito de veículos privados, é preciso alargar passeios, enfim, precisamos de ruas onde os transportes públicos eléctricos convivam com os peões, ciclistas e pessoas de mobilidade reduzida!
Lisboa precisa de uma boa rede de eléctricos de superfície que complemente eficazmente a minúscula e caríssima rede de metropolitano. A implementação deste tipo de transporte com a concomitante redução das vias de circulação automóvel daria outra vida à rua. Poderiam os passeios ser alargados, mais árvores seriam plantadas e a cidade ganharia outra cor.
Assiste-se na região de Lisboa ao nascimento de vários movimentos a favor da bicicleta como meio privilegiado de transporte. Os cidadãos estão a antecipar-se ao poder político e executivo. Ainda bem! Estes movimentos merecem toda a consideração e espero que triunfem na libertação da cidade do caos automobilístico. Oxalá chegue bem depressa o dia em que qualquer cidadão, independentemente do seu estado físico, possa ter a mobilidade a que tem direito numa cidade que deve ser para todos!
segunda-feira, 15 de setembro de 2008
A crise financeira
Os mercados financeiros estão em convulsão. A recente declaração de falência de um grande banco norte-americano (Lehman Brothers) é apenas um reflexo da confusão instalada nas finanças mundiais.
Influenciada por esta crise o preço do petróleo está em queda há várias semanas e já atingiu valores claramente inferiores aos 100 dólares por barril. Por outro lado, as taxas de juro na zona euro, continuam a ter tendência para subir porque a crise de liquidez do mercado é grande.
São complexos os factores responsáveis por esta crise. É bem provável que o esforço de guerra exercido pelos Estados Unidos seja uma das várias causas para este caos financeiro. Agora é esperar que a tempestade financeira passe rezando para que atrás desta tempestade não se instale o caos económico.
Apesar de ser um leigo em relação a estes assuntos sinto que esta crise é o reflexo de uma economia mundial que vive praticamente só da especulação financeira. Os grandes investimentos mundiais estão todos virados para actividades não produtivas e não geradores de bem-estar social. O resultado está à vista.
Haverá democracia em sociedades especulativas?
Influenciada por esta crise o preço do petróleo está em queda há várias semanas e já atingiu valores claramente inferiores aos 100 dólares por barril. Por outro lado, as taxas de juro na zona euro, continuam a ter tendência para subir porque a crise de liquidez do mercado é grande.
São complexos os factores responsáveis por esta crise. É bem provável que o esforço de guerra exercido pelos Estados Unidos seja uma das várias causas para este caos financeiro. Agora é esperar que a tempestade financeira passe rezando para que atrás desta tempestade não se instale o caos económico.
Apesar de ser um leigo em relação a estes assuntos sinto que esta crise é o reflexo de uma economia mundial que vive praticamente só da especulação financeira. Os grandes investimentos mundiais estão todos virados para actividades não produtivas e não geradores de bem-estar social. O resultado está à vista.
Haverá democracia em sociedades especulativas?
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